: Tecnologia que transforma:Empreendedores de pequenos negócios dão salto em vendas após investir em e-commerce oferecido por Selo Publieditorial

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 Tecnologia que transforma:Empreendedores de pequenos negócios dão salto em vendas após investir em e-commerce oferecido por Selo Publieditorial

Os pequenos negócios ganharam a internet. E quem busca empreender no comércio eletrônico encontra oportunidades não apenas para garantir uma fonte de renda, mas também para conquistar seu espaço no mercado e crescer.

Histórias de empreendedores mostram que o negócio se transforma e ganha força depois da decisão de investir em um e-commerce. Letícia Ricco Vaz, 20, começou vendendo roupas pelo Instagram e viu as vendas crescerem mais de 40% após montar sua loja virtual. Marcelo da Silva Cypriano, 50, buscava uma atividade quando resolveu vender miniaturas de carros pela internet e hoje já abriu também uma loja física na Galeria do Rock, em São Paulo. Edivaldo Ferreira de Souza, 38, que já vendia catalisadores em sua loja em Santo André, viu as vendas saltarem após montar seu e-commerce. Hoje, ele até exporta e a maior parte do seu faturamento vem das vendas pela internet.

O movimento é natural e veio para ficar, dizem os especialistas. "O e-commerce não parou de crescer e não vai parar, pelo menos nos próximos cinco anos. Mesmo com a economia em declínio, a nossa expectativa é de crescer 12% este ano", afirma Fernando Ricci, secretário-executivo da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) e coordenador do Ciclo MPE, iniciativa gratuita que há 14 anos ensina novos empreendedores a montar e a operar uma loja virtual.

A perspectiva é positiva principalmente porque a compra pela internet já faz parte dos hábitos de consumo do brasileiro, inclusive pelo celular. Segundo a pesquisa Webshoppers 36, do Ebit, no Brasil, 25,5 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma aquisição pela internet no primeiro semestre de 2017, um aumento de 10,3% em relação ao mesmo período de 2016. São mais pedidos (alta de 3,9%), um gasto maior por compra (alta de 3,5%), e um faturamento crescente (alta geral de 7,5% e de 35,9% pelo celular).

 Eduardo Piagentini/UOL

O planejamento para criar a loja é necessário

Construir um e-commerce rentável, claro, não acontece por um passe de mágica. É preciso elaborar um plano como em qualquer outro negócio. "Primeiro o empreendedor precisa saber o que vai vender, procurar um nicho de mercado, algo que o encante, que tenha habilidade de vender. E fazer um bom planejamento", afirma Ricci. Ele recomenda ainda conhecer bem o perfil do público-alvo. "É bom saber se é para jovem ou adulto. Onde ele está? É na sua circunferência? E focar nele."

Muitos empreendedores começam vendendo pelas redes sociais. Para Beatriz Micheletto, consultora do Sebrae-SP (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo), esta pode ser uma fase interessante para testar o mercado, mas, se a ideia é tornar o negócio sustentável, o indicado é migrar para um e-commerce bem-estruturado. "É super válido começar vendendo por redes sociais e marketplace. Mas ter a loja própria significa dar uma cara mais profissional. Mostra que é uma empresa séria, que o empreendedor não é um aventureiro. E hoje há opções com investimento baixo."

Letícia Vaz, que começou a vender roupas pelo Instagram, percebeu essa realidade por experiência própria. Depois que montou o e-commerce, ela conta que o negócio deu um salto de vendas de mais de 40%. "Com a confiança que o site passa, dá para as pessoas comprarem com tranquilidade", afirma. Marcelo Cypriano, que vende miniaturas de carros, investiu em uma loja virtual e viu as vendas decolarem. "Deu uma imagem de profissionalização, de segurança para quem compra, de credibilidade", diz o empresário.

Ferramentas que melhoram a experiência de compra

Segundo a especialista do Sebrae-SP, a escolha da plataforma onde a loja virtual será montada faz diferença. Para ter um o e-commerce bem-construído, o ideal é contar com otimização para a loja ser encontrada nos sistemas de busca, além de ferramentas essenciais ao negócio, como emissão de nota fiscal e cálculo de frete. "Para escolher, é importante que o empresário saiba como funciona um backoffice de e-commerce", afirma, referindo-se à gestão interna da operação da loja virtual que envolve logística, gerenciamento de pedidos, estoque, cadastro de clientes e relatórios de monitoramento. Contar com um sistema de pagamento integrado é outro requisito importante. "Oferecer várias opções de pagamento atrai vendas." E tudo isso acessível para os pequenos empreendedores. "Hoje há opções com investimento baixo", ressalta Beatriz.

Colocar as contas na ponta do lápis foi o que levou Edivaldo Ferreira de Souza a levar as suas vendas de catalisadores também para a internet. "Eu montei a loja virtual porque a nossa estrutura física aqui é muito cara. A estrutura da loja virtual é muito maior e custa muito menos." Ele conta que demorou para tomar a decisão de vender pela internet porque achava que seria uma operação complicada. "Mas foi muito fácil. A tecnologia transforma o seu negócio."

Na hora de montar o site, investir em boas fotos de produtos e num layout fácil de navegar melhora a experiência de compra e, consequentemente, amplia as chances de venda, segundo a professora Luciana Faluba, da escola de negócios Fundação Dom Cabral.

Depois que a loja virtual está completa, é hora de fazer a divulgação, seja investindo em publicidade online ou se posicionando nas redes sociais. "Com o e-commerce, você atinge um potencial de vendas muito maior do que se não estivesse na rede. Mas isso não acontece por mágica. A internet tem uma lógica própria. E é preciso ser atrativo para as pessoas consumirem."

Pós-venda, promoções e contato com o cliente

Atenção ao atendimento e ao pós-venda é outro ponto estratégico para manter o e-commerce atrativo, segundo Luciana, já que no ambiente online o empreendedor não está cara a cara com o consumidor. "É fundamental manter um canal de atendimento, para receber perguntas, tirar dúvidas, oferecer informações adicionais. E mais importante ainda é dar respostas rápidas. Essa é a lógica da internet. Tentar diminuir ao máximo o tempo de resposta."

David Kallás, professor de estratégia do Insper, observa que hoje existe uma confiança muito maior para o consumidor fazer compra online. Mas, para uma loja virtual se estabelecer no mercado, um fator muito importante é a reputação. Por isso, uma tendência entre os pequenos negócios virtuais, segundo ele, é aderir aos grandes marketplaces, que emprestam a confiabilidade de suas marcas aos e-commerces associados. "É uma forma de ganhar confiança e atender a um público muito maior."

 

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Fonte: Uol
Por: Redao
Data: 10/11/2017 14h05min

Hospital do Câncer de Londrina


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