: Só agradecendo, diz praticante de rapel que ficou 20 horas pendurado no Salto do Apucaraninha

Só agradecendo, diz praticante de rapel que ficou 20 horas pendurado no Salto do Apucaraninha - Tv Na Rua


 Só agradecendo, diz praticante de rapel que ficou 20 horas pendurado no Salto do Apucaraninha

Gabriel Henrique Redondo recebeu alta nesta segunda-feira (5). Ele e outros dois homens foram resgatados na manhã de sábado (3).

resgatados na manhã do último sábado (3), depois de ficarem 20 horas pendurados pela corda de rapel no Salto do Apucaraninha.

A cachoeira de 116 metros de altura fica em Londrina, na região norte do Paraná. Além do trio, dois homens ficaram acompanhando a descida do grupo, na parte de cima do Salto. Eles acionaram socorro.

Na saída do hospital, Gabriel Henrique falou como se sentia: “Bem melhor, dormir quentinho e alimentado hoje”. Além dele, outro colega já recebeu alta. O G1 não consegiu falar com o hospital para saber se o terceiro homem já teve alta.

Gabriel, que é bombeiro e mora em Maringá, disse que descia o Salto quando percebeu que não tem cabo suficiente para descer. Em um vídeo, gravado por ele mesmo, o homem pede para os companheiros: “Me manda mais um cabo”.

Os colegas enviaram mais uma corda e dois deles desceram, também de rapel, para ajudar. Mas eles foram surpreendidos por outro problema, o volume de água aumentou na cachoeira e não foi possível sair nadando.

“Liberaram a água da usina, e daí aumentou bastante o fluxo”, contou.

O amigo que desceu para ajudar não conseguiu nadar. Ele tentou, mas disse que percebeu o risco de se afogar.

 

Salto do Apucaraninha tem 116 metros de altura, localizado entre Londrina e Tamarana — Foto: Divulgação/Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas

 

“Peguei a corda e me puxei até onde ele estava e disse: ‘Não consegui nadar, está muito forte mesmo. Vamos esperar porque certeza que eles vão pedir ajuda’”, lembra.

 

A espera foi longa, já que eles desceram de rapel durante a manhã de sexta-feira (2), e as buscas foram suspensas à noite. Durante a espera, um ajudava o outro.

 

“Às vezes um escorregava, e um puxava o outro. E foi assim a noite inteira”, afirmou.

 

Só na manhã do dia seguinte os bombeiros encontraram o grupo.

 

Para o resgate, além dos bombeiros, os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram ao local de helicóptero, para dar os primeiros atendimentos. Outra equipe chegou aos homens fazendo um rapel paralelo e caminhando pelo rio.

“Quando eu vi ele descendo de rapel eu falei pronto: agora estamos salvos mesmo”, relatou.

 

A saída dos homens das margens do rio foi feita também de helicóptero o da Polícia Militar (PM). Foram manobras complicadas, até mesmo para o piloto experiente com o tenente Ricardo Hoffmann, do Batalhão da PM de Operações Aéreas.

 

“A gente teve que aproximar de uma pedra, que tinha vegetação, para poder embarcar um a um. Então foi encostado um esqui do helicóptero e as vítimas foram embarcadas com a ajuda do tripulante”, detalhou.

Três homens foram salvos pelo Corpo de Bombeiros, neste sábado (3), no salto do Apucaraninha — Foto: Divulgação/Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas

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Fonte: Núcleo de Comunicação/PML
Por: Redao
Data: 06/11/2018 09h17min

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